Após a papelaria e depois da quinta, dedica-se ao negócio da aviação.

Sras e srs, Agualva Airlines!

Cenas de gaja

Após um reconfortante Sunday Roast no pub, ao chegar ao prédio, encontramos um jovem casal às voltas com um enorme e pesado sofá, sem saber bem como o carregar para o 2º andar.

Comentário daqui da menina "Oh, Carlos, podias ajudar o rapaz... Eu até ia contribuir, mas não posso... Estou de saltos."

E pronto, também com o calçado se definem papéis sociais.

We are family

...e mesmo assim, longe,

I got all my sisters with me!*


Parabéns, Siss!
Saudades de ti, da tua roupa e acessórios, e de ter esse bronze em comum...! :p





*No caso em questão, é só uma, mas vale por muitas! :)

Fausto Bordalo Dias

Sabem quem é?
Pois, eu também não tinha percebido. Até ver isto.
O Fausto da minha cana verde também foi mordido pelo bicho...!

(O que me relembra o quanto eu gostava de ter estado em Lisboa para ir ouvir estes 3 senhores juntos...!)

Já tratei um paciente com gripe A.


Tinha como dado adquirido que, por trabalhar num hospital, seria provável ficar engripada. Mas não tenho sorte nenhuma. Nunca tive! Não me lembro de conseguir faltar às aulas por estar doente. Atestados médicos? Zero. Não me lembro de grandes febres, dores, maleitas, nada.

Ah, houve aquela vez...
A minha irmã tinha uns 3 ou 4 anos e foi atropelada por um carro, passando a exibir orgulhosamente a perna engessada até à virilha.
Eu?
Fiquei com uma brutal dor de cotovelo...

*em Mi mode.

O que há-de ser de nós



Já viajámos de ilhas em ilhas
já mordemos fruta ao relento
repartindo esperanças e mágoas
por tudo o que é vento

Já ansiámos corpos ausentes
como um rio anseia p´la foz
já fizemos tanto e tão pouco
que há-de ser de nós?

Que há-de ser do mais longo beijo
que nos fez trocar de morada
dissipar-se-á como tudo em nada?

Que há-de ser, só nós o sabemos
pondo o fogo e a chuva na voz
repartindo ao vento pedaços
que hão-de ser de nós

Já avivámos brasas molhadas
no caudal da lágrima vã
e flutuando, a lua nos trouxe
à luz da manhã

Reencontrámos lágrimas e riso
demos tempo ao tempo veloz
já fizemos tanto e tão pouco
que há-de ser de nós

Que há-de ser da mais longa carta
que se abriu, peito alvoroçado
devolver-se-á: «endereço errado?»

Que há-de ser, só nós o sabemos
pondo o fogo e a chuva na voz
repartindo ao vento pedaços
que hão-de ser de nós

Já enchemos praças e ruas
já invocámos dias mais justos
e as estátuas foram de carne
e de vidro os bustos

Já cantámos tantos presságios
pondo o fogo e a chuva na voz
já fizemos tanto e tão pouco
que há-de ser de nós?

Que há-de ser da longa batalha
que nos fez partir à aventura?
que será, que foi
quanto é, quanto dura?

Que há-de ser, só nós o sabemos
pondo o fogo e a chuva na voz
repartindo ao vento pedaços
que hão-de ser de nós

Sérgio Godinho & Ivan Lins

Então e não é que...

... vai-se a ver e a palavra "concerteza" não existe???



Eu, que odeio erros ortográficos, e fujo deles como demo da cruz, estava capaz de teimar que com-certeza-tudo-junto existe sim senhora, e que é impossível que não exista, até porque é uma contracção de 2 palavras adjacentes que faz todo o sentido.
Pois.
Não existe.

Oh, drama, drama

Mudar de novo o template (que gosto muito) ou continuar com esta parvoíce dos comentários aparecerem no topo do post (que não gosto nada)?

Dá a surpresa de ser.
É alta, de um louro escuro.
Faz bem só pensar em ver
Seu corpo meio maduro.

Seus seios altos parecem
(Se ela tivesse deitada)
Dois montinhos que amanhecem
Sem Ter que haver madrugada.

E a mão do seu braço branco
Assenta em palmo espalhado
Sobre a saliência do flanco
Do seu relevo tapado.

Apetece como um barco.
Tem qualquer coisa de gomo.
Meu Deus, quando é que eu embarco?
Ó fome, quando é que eu como ?



finalmente chega a bicicleta, mas o Outono, com consequente tempo cinzento e húmido, se instalou.

Deve ser para me ir já habituando a pedalar à chuva.